Dia de São Francisco de Assis é celebrado na Arquidiocese de Brasília

No dia 04 de outubro, a igreja dedica o dia a São Francisco de Assis, fundador da ordem franciscana e padroeiro dos animais. Francisco era apenas um jovem leigo, de 20 anos, renunciou a toda a riqueza de sua família para se dedicar a ajudar os irmãos desfavorecidos e a viver para a Igreja do Senhor.

Na arquidiocese de Brasília, as paróquias que levam o nome do santo, terão programação especial pelo dia do padroeiro.

Veja abaixo:

O Santuário São Francisco de Assis, na Asa Norte

No domingo, dia 04, ocorrerá a benção dos animais, que já é uma tradição dentro das festividades do dia de São Francisco de Assis. Porém, devido à situação de pandemia em que vivemos, a benção ocorrerá em horário reduzido. Pelo horário da manhã, será das 9h às 10h30min, e a tarde, a benção do padroeiro será das 15h30min às 16h30min. Além disso, a benção será concedida no estilo Drive-Trhu onde os animais permanecerão junto aos seus donos dentro dos carros enquanto os freis concedem as benções.

As Missas em honra ao santo ocorrerão nos seguintes horários: 6h30min, 8h30min, 10h30min, 12h30min, 15h, 17h e 19h. Vale ressaltar que todas as medidas de segurança de prevenção da propagação do vírus da Covid-19 estão sendo seguidas, de acordo com o Decreto do Governo de Brasília e do Documento de Conduta da Arquidiocese de Brasília.

A venda de Arroz Carreteiro, para o almoço e jantar, também ocorrerá no estilo Drive-Trhu, com vendas antecipadas. Os pedidos poderão ser realizados por mensagem em Whatsapp pelo número (61) 98581-3820, até o sábado, dia 03. A retirada das marmitas ocorrerá no Seminário do Santuário, localizado aos fundos da Igreja, no horário das 11h às 14h, para o almoço, e a partir das 18h para o jantar.

 

Paróquia São Francisco de Assis Vicente Pires

Francisco de Assis

Francisco nasceu em Assis, na Úmbria (Itália) em 1182. Jovem orgulhoso, vaidoso e rico, que se tornou o mais italiano dos santos e o mais santo dos italianos. Com 24 anos, renunciou a toda riqueza para desposar a “Senhora Pobreza”.

Aconteceu que Francisco foi para a guerra como cavaleiro, mas doente ouviu e obedeceu a voz do Patrão que lhe dizia: “Francisco, a quem é melhor servir, ao amo ou ao criado?”. Ele respondeu que ao amo. “Porque, então, transformas o amo em criado?”, replicou a voz. No início de sua conversão, foi como peregrino a Roma, vivendo como eremita e na solidão, quando recebeu a ordem do Santo Cristo na igrejinha de São Damião: “Vai restaurar minha igreja, que está em ruínas”.

Partindo em missão de paz e bem, seguiu com perfeita alegria o Cristo pobre, casto e obediente. No campo de Assis havia uma ermida de Nossa Senhora chamada Porciúncula. Este foi o lugar predileto de Francisco e dos seus companheiros, pois na Primavera do ano de 1200 já não estava só; tinham-se unido a ele alguns valentes que pediam também esmola, trabalhavam no campo, pregavam, visitavam e consolavam os doentes. A partir daí, Francisco dedica-se a viagens missionárias: Roma, Chipre, Egito, Síria… Peregrinando até aos Lugares Santos. Quando voltou à Itália, em 1220, encontrou a Fraternidade dividida. Parte dos Frades não compreendia a simplicidade do Evangelho.

Em 1223, foi a Roma e obteve a aprovação mais solene da Regra, como ato culminante da sua vida. Na última etapa de sua vida, recebeu no Monte Alverne os estigmas de Cristo, em 1224.

Já enfraquecido por tanta penitência e cego por chorar pelo amor que não é amado, São Francisco de Assis, na igreja de São Damião, encontra-se rodeado pelos seus filhos espirituais e assim, recita ao mundo o cântico das criaturas. O seráfico pai, São Francisco de Assis, retira-se então para a Porciúncula, onde morre deitado nas humildes cinzas a 3 de outubro de 1226. Passados dois anos incompletos, a 16 de julho de 1228, o Pobrezinho de Assis era canonizado por Gregório IX. (Canção Nova)

 

Oração de são Francisco de Assis

 

Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.

Onde houver ódio, que eu leve o amor;

Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;

Onde houver discórdia, que eu leve a união;

Onde houver dúvida, que eu leve a fé;

Onde houver erro, que eu leve a verdade;

Onde houver desespero, que eu leve a esperança;

Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;

Onde houver trevas, que eu leve a luz.

Ó Mestre, Fazei que eu procure mais

Consolar, que ser consolado;

compreender, que ser compreendido;

amar, que ser amado.

Pois, é dando que se recebe,

é perdoando que se é perdoado,

e é morrendo que se vive para a vida eterna.

 

 

 

 

2020-10-03T21:35:37-03:0003/10/2020|