É amanhã (15) as Ordenações Sacerdotais

Em meio a pandemia, 13 ordenantes receberão o sacramento da ordem amanhã (15), às 10h, no Santuário Menino Jesus em Brasilândia.

Presidida por Dom José Aparecido, Administrador de Brasília.  a cerimônia   será transmitida  pelo canal do YouTube da Arquidiocese de Brasília, pela Rádio Nova Aliança -710 AM e pela TV e Rádio Canção Nova Brasília.

Além disso, haverá uma transmissão com tradução simultânea para o espanhol pelo canal do YouTube do Seminário Redemptoris Mater de Brasília.

 

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Conheça alguns dos ordenantes

 

 

 

Lucas / Seminário Nossa Senhora de Fátima

 

Sou Lucas da Silva Mariano Meneses. Tenho 26 anos. Minha paróquia de origem é a São José do Lucio Costa. Fui formado no Seminário Maior Arquidiocesano de Brasília entre os anos de 2012 e 2019. Estou colaborando, atualmente, na Paróquia Nossa Senhora da Saúde localizada na Asa Norte.

 

Porque ser Padre?

Para ofertar minha vida no serviço a Deus e aos irmãos, oferecendo o Santo sacrifício a Deus, com e pelo povo de Deus. E dessa forma viver a vocação a qual fui chamado pelo Senhor da Messe.

 

 

 

 

Thaisson /Seminário Nossa Senhora de Fátima

 

Sou Thaisson da Silva Santarém. Tenho 29 anos. Minha paróquia de origem é a Nossa Senhora Aparecida do Gama-DF. Fui formado no Seminário Maior Arquidiocesano de Brasília dos anos de 2012 a 2019. Estou colaborando, atualmente, na Paróquia São Miguel Arcanjo do Recanto das Emas-DF.

 

Por que ser padre? Porque é uma proposta de Deus que muda tudo. Eu tinha planos, sonhos, perspectivas… talvez com um pouco de nebulosidade, pois sabia que tinha algo mais para mim, porém não imaginava ser algo tão grandioso e que tornaria toda minha vida diferente. Depois de ser convencido e conquistado pelo chamado de Deus, fui tendo, com o passar dos anos, a certeza de que essa proposta havia sido preparada pelo Senhor desde antes de eu nascer; e que foi crescendo como uma semente dentro da minha alma. Enfim, ser padre é dizer sim como Maria: corresponder livremente com um chamado de amor preparado desde sempre. Isso é felicidade!

 

 

 

 

Pawel Sobczak / Seminário Redemptoris Mater

 

Sou Pawel Sobczak, nacionalidade polonesa, da cidade de Poznan. Tenho 45 anos. Levo já 9 anos no Brasil. Pertenço e fui formado no Seminário Arquidiocesano – Missionário  Redemptoris Mater de Brasília. O ano pastoral tenho feito na Paróquia Nossa Senhora das Graças da Medalha Milagrosa, com pe. José Henrique.

 

Por quê ser padre?

 

Ao ressoar essa pergunta na minha mente e alma, me vêm três palavras que possam exprimir os meus sentimentos: gratidão, perdão e exemplo.

Primeiro, a gratidão a Deus que se “revelava” nos acontecimentos da minha vida. Refiro-me aqui à minha família, meus pais e meus amigos que me cercavam  com sua ajuda e apoio. Eram os sinais do amor de Deus que me abraçava com sua paternidade, e aos poucos prevalecia sobre a minha fuga, do seu chamado que eu tentei silenciar, ou melhor, redirecionar durante muito tempo. Eram os laços de amor com que ele me atraia.

Segundo aspecto é o perdão. Eu o tenho experimentado nos passos da minha vida. Foi, e está sendo, Deus que tantas vezes se inclinava sobre mim, sobre as minhas misérias, perdoando-me. Além de seu perdão, tenho experimentado e contemplado a recriação de Deus. Ele podia simplesmente só perdoar, mas na sua misericórdia colocava-me no seu seio, recriando e desenvolvendo tantas dimensões concretas da minha vida. E tudo isso no seio da Igreja, que se tornou e é para mim uma Mãe. Essa maternidade se manifestava e se encarnava numa pequena comunidade, que me perdoava e perdoando me formava.

A terceira palavra é o exemplo. Eram tantos padres – formadores – que influenciaram minha caminhada. Esse exemplo me marcou, não tanto de modo sentimental, mas como um belo desenho para o contemplar. O testemunho desses padres era e é muito concreto. Ele se realizava numa disponibilidade, numa entrega de si, de seu esforço e seu tempo aos outros.

Retornando a pergunta inicial: por quê ser padre? Eu espero devolver o que tenho recebido. Com a certeza que a pessoa de Cristo, a sua missão, não pertencem ao passado, mas se prolonga aqui e agora na Igreja, concretamente no exemplo e no ministério dos sacerdotes. É o meu desejo, que Jesus Cristo amando, perdoando e doando-se, me dá a graça de comigo colaborar em favor de muitos. Que assim seja.

 

Daniel/ Seminário Redemptoris Mater

 

Sou Daniel Campos Sevillano, tenho 28 anos, filho de Jesús Ángel Campos e María Jesús Sevillano. Sou o sexto filho de sete irmãos. Meus pais entraram no Caminho Neocatecumenal na sua juventude e graças a isso se casaram e foi na Igreja que escutaram a palavra da Igreja sobre a abertura a vida. Graças a isso nasci, pois sou a sexta cessariana. Foi por isso que a partir do terceiro filho todos nascimos em Pamplona, no hospital do Opus dei. Alí nascí o dia 3 de julho de 1992.

Depois de uma adolescência bem rebelde eu também participando do Caminho Neocatecumenal descobri a misericórdia no meio duma pequena comunidade. Deus me concedeu conhecê-lo. Eu que tinha rejeitado a vida cristã e amava ao mundo com todas as suas seduções.

Se alguma vez senti a vocação durante a minha infância e adolescência esta voz de Deus era apagada, mas ela um dia resoou muito forte. No meio duma “crise existencial” iluminado por uma leitura da Sagrada Escritura, questionado pelo testemunho de vida dos meus irmãos no meu interior esta voz me disse: e padre por que não? E uma iluminação interior cresceu em mim acompanhada de uma paz que nunca tinha sentido.

No tempo de seminário esta paz me acompanhou como sinal da fidelidade de Deus no meio das minhas infidelidades. E o amor de Cristo foi-me apaixonando cada vez mais. Por que ser padre? Porque nesta vocação encontrei a resposta ao porquê da minha existência. Por que viver? Para me doar por amor, como uma resposta ao amor de Deus por mim. As pessoas estão famintas deste amor, buscam desesperadas este amor ainda que em lugares errados, como me aconteceu a mim. Mostrar o mesmo caminho que deu sentido a minha vida: poder amar com Cristo.

 

 

 

Danny Miguel /Seminário Redemptoris Mater

 

Por que ser padre?
Primeiro me apresento. Meu nome é Danny Miguel Cuenca Cajamarca. Sou o 4to de seis filhos. Sou do sul do Equador. Nasci em 14 de novembro de 1988.
Para falar da minha vocação ou do por que ser padre?, devo manifestar que o Caminho Neo-catecumenal foi de fundamental importância para a minha vida e para a minha família, pois antes de fazer parte dele, meus pais nem casados eram, e minha mãe, que antes tinha se fechado à vida, depois de um tempo de caminhada, decidiu junto com meu pai reabrir-se à vida. Até então meus pais tiveram os 3 primeiros filhos. Depois disto, com um intervalo de 5 anos, nascemos outros 3 filhos. Foi milagre tanto o meu nascimento quanto o dos meus outros 2 irmãos. Falo isto, porque se não fosse por Deus e a Igreja os últimos filhos nunca teriamos chegado a existir.
Nasci dentro do seio da Igreja. Sou filho dela ainda antes do Batismo (Isso é o que sempre falava Dom Walter Eras, que foi bispo da minha cidade). Fui batizado na Vigília Pascal do ano 1990, a 15 abril. Meus pais sempre nos transmitiram a fé e cresci num ambiente de Igreja, de comunidade, mas depois houve alguns acontecimentos que eu não entendia, e neles via uma falta de amor da parte de Deus e de meus progenitores. A minha cegueira me levou a desejar outro tipo de vida, muito diferente de uma vida cristã.
Meus pais dedicaram a sua vida à evangelização e por causa disso também pareciam estar ausentes na família. De segunda a sexta, trabalhavam, e de sexta a domingo estavam em algum encontro na Igreja. Na ausência deles, quando criança, aconteceram algumas coisas que marcaram a minha vida e que eu, em certo sentido, colocava a culpa em Deus e meus pais.
Assim, por aquilo que acontecia e por outras situações, comecei a duvidar do amor de Deus e de meus pais, pois parecia que se preocupavam mais, ou amavam mais às outras pessoas do que aos próprios filhos. Passava o tempo e eu desenvolvia em mim uma revolta e uma necessidade de preencher a suposta carência de amor.
Entrando na adolescência comecei a procurar preencher tais carências. Em primeiro lugar, com os amigos, dos quais nem todos eram muito bons, pois alguns deles me mostraram sendas pecaminosas. Depois, aos poucos, essa carência se concentrou nas moças, e naquilo que delas podia obter. Nem tinha 18 anos e já havia destruído a minha vida. Estava vazio, na escuridão, e sofria porque me sentia morto e porque tinha consciência do que acontecia. Foi nessa situação que Deus se manifestou novamente na minha vida.
Na comunidade Deus sempre me mostrou o seu amor, mas durante uma convivência, através da pregação (kérigma) dos meus catequistas, tive uma experiência de particular importância. Até então, eu, que tinha crescido na Igreja, nunca havia escutado de verdade, porque desde novo estava cheio de pretensão e, depois, na adolescência cheio de julgamentos e revoltas. Mas, naquele encontro comecei a escutar um pouquinho, pois estava afundado nos meus pecados e via que era verdade, Deus me amava ainda sendo um pecador. Aquele dia foi memorável, nem consegui dormir e fiquei muito comovido… E agora?  Deus me amava assim, pecador! Então eu não precisaria mais ir atrás de preencher nada.
Minha vida começou a mudar e Deus me concedia defender a vida na graça. Não passou muito tempo e numa convivência desse mesmo ano, frente a um chamado vocacional, coloquei a minha disponibilidade para entrar no Seminário. Depois tudo foi graça após graça ao longo desta caminhada vocacional. Em seguida fui enviado um tempo a uma paroquia com um presbítero, depois ao Seminário Redemptoris Mater do Equador e, finalmente, por sorteio virtual, ao Seminário Missionário Arquidiocesano de Brasília, aonde de muitas formas Deus foi confirmando a manifestação do seu amor na minha vida e, em consequência, a manifestação deste, seu chamado.
A vida na comunidade foi (e ainda é) de fundamental importância neste tempo formativo, pois aí experimento a comunhão fraterna, fruto também do amor de Deus. Os irmãos me conhecem e sabem dos meus sofrimentos e daquilo que sou capaz, por isso também rezam por mim. Eu me sinto apoiado e sustentado por este corpo. Por isso também sei que este chamado é da comunidade, que é um dom da Igreja (Cristo) e para a Igreja.
Por todas estas coisas e muitas que não dá para escrever é que Deus me chamou para ser padre. Primeiro por gratidão pela minha vida e a sua obra na vida de minha família e, depois também pela experiência do amor de Deus na minha vida!

 

 

 

Rafael Enrique

 

Jesús Enrique / Seminário Redemptoris Mater

Me chamo Jesús Enrique Sterling Achipiz, tenho 29 anos.
Sou colombiano, da Diocese de Garzón (Huila). Recebi
minha formação presbiteral no Seminário Missionário
Arquidiocesano Redemptoris Mater de Brasília.
Ser Presbítero é a forma de responder ao amor gratuito e
misericordioso que tenho recebido da parte de Deus. Levar
essa experiência do amor incondicional de Jesus Cristo que
ilumina a escuridão mais profunda, que consola os corações
feridos, que dá sentido, alegria e esperança à própria vida; é
isso que me impele a oferecer a minha vida como Presbítero:
que o outro possa conhecer, através de um instrumento inútil
como sou eu, que Jesus Cristo é real e que apenas Ele pode
conceder a plenitude da vida.

 

 

 

Sou o Diácono Felipe Ferreira de Souza. Tenho 27 anos; nasci no dia 28 de abril de 1993. Estudei no Seminário Maior Arquidiocesano de Brasília Nossa Senhora de Fátima. Minha paróquia de origem é a Paróquia São Gabriel Arcanjo do Recanto das Emas; estou colaborando como diácono na Paróquia Nossa Senhora de Nazaré em Planaltina-DF.

Por que ser padre? Durante toda a minha infância e adolescência, eu percebia que as pessoas viviam em busca de felicidade, quando a encontravam, estes momentos felizes não perduravam. Há entre os homens uma constante busca de júbilo, de felicidade. Porém, a satisfação plena só encontraremos em Deus. Quero ser padre para fazer com que o povo de Deus encontre a verdadeira Felicidade, júbilo esse que o mundo jamais poderá conceder. Escolhi como lema a oração sacerdotal de Jesus: “Eu me consagro por eles” (Jo 17, 19). Consagro minha vida pelos filhos de Deus dispersos, ou ainda, por aqueles a ainda não expimentaram este grande Amor.

 

Lucas Carvalho/ Seminário Nossa Senhora de Fátima

 

Meu nome é Lucas Carvalho de Medeiros, sou natural de Brasília, de Taguatinga. Minha paróquia de origem é a Sagrada Família, no setor G-norte. Sou o filho mais velho de oito irmãos. Meus pais fazem parte do Caminho Neocatecumenal desde que eu tinha 1 ano de idade, e eu entrei nesse itinerário de fé aos treze anos. Entrei no seminário Redemptoris Mater em 2011, onde fui formado nos últimos 9 anos. Como nosso seminário é missionário, em 2014 estive em missão em Israel e em 2015 em Belo Horizonte. Atualmente estou em missão como diácono na paróquia Imaculada Conceição, do setor M-norte, em Taguatinga.

 

Por que ser padre? Para mim se resume em duas palavras: chamado e gratidão. Desde muito novo experimentei em vários fatos o que significa o chamado que Deus faz ao escolher um profeta, como Samuel, Jeremias ou Amós, mesmo que muitas vezes lutasse contra essa vocação por ter outras vontades, como Jonas. Mas ao final falou mais alto para mim a gratidão: gratidão a Deus por todos os dons que me permitiu experimentar, como o seu amor paterno, como o perdão dos pecados, como a família numerosa, como fazer parte de uma comunidade que caminha unida num itinerário de fé. O que quero sendo padre é possibilitar a mais pessoas que experimentem o amor gratuito de Deus, que se entregou por mim, como eu experimentei e experimento.

 

 

 

 

 

André Marinho de Souza

 

 

Ser padre para doar a vida pelo Evangelho. E testemunhar a alegria de ter encontrado o Cristo.

 

 

 

 

 

 

 

Paulo Henrique

 

Eu sou Paulo Henrique Ribeiro dos Santos, natural do setor P. Sul, da Ceilândia. Tenho 36 anos de idade e realizei minha formação presbiteral no Seminário Missionário Arquidiocesano Redemptoris Mater de Brasília-DF.

Por que ser padre? Por agradecimento ao Senhor. Em um momento-chave da minha história, de sofrimento e de vida sem sentido (por estar longe de Deus), Cristo enviou um presbítero para me anunciar o amor de Deus Pai por mim, que não me julgava e que não me deixaria só. Isso mudou tudo, devolveu-me o ânimo, a fé, enfim a vida. Ser chamado para ser instrumento de Deus e levar Seu amor aos que se sentem perdidos (como eu estava), só posso responder como Isaías:  ““Eis-me aqui, enviai-me” (Is 6,8).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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