No dia do administrador (9/9), entenda a diferença entre Administrador Diocesano e Administrador Apostólico

Hoje(09/09), no dia do administrador, preparamos uma matéria especial para que você possa entender a diferença entre Administrador Diocesano e Administrador Apostólico.

Na igreja católica, como rege o código de direito canônico, quando um bispo renúncia e, este pedido é aceito pelo Romano pontífice, transferido ou falece, a sé episcopal torna-se vacante (Sé vacante ou Sede vacante do latim Trono vazio).

Ficando vacante, quem assume o governo da diocese, até a indicação do Administrador Apostólico ou Administrador Diocesano é o bispo auxiliar e, se forem mais de um, assume o mais antigo. Neste período, de até 8 dias após a notícia da vacância, cabe ao colégio dos consultores eleger quem administrar interinamente a Diocese.

A diferença entre Administrador Apostólico e Diocesano, está justamente nesta etapa. Quando o Administrador é designado pelos presbíteros da Diocese toma a designação de Administrador Diocesano, agora, quando Administrador é designado pelo Papa toma o título de Administrador Apostólico.

Para o ofício de Administrador Apostólico, pode ser indicado bispo ou padre com mais de 35 anos e que ainda não tenha sido eleito.

O Administrador Diocesano tem obrigações e o poder do Bispo (Cân. 427 § 1). Pode ser indicado ao cargo um Bispo Auxiliar (o mais antigo pela promoção) ou o anterior Bispo Diocesano em caso de transferência (desde a nomeação para a nova Diocese) ou resignação (desde a aceitação do pedido de resignação, o que geralmente ocorre com a nomeação do sucessor) até à tomada de posse do sucessor.

O administrador diocesano tem como o dever cuidar do governo da diocese preparar até a chegada do novo bispo.

 

 

2020-09-09T15:59:08-03:0009/09/2020|