UMA SIMPLES HOMENAGEM AOS PAIS

Pai é João, é José, é Francisco, é Júlio, é Luciano e é Sebastião.

Pai é um homem que sabe fazer a diferença, é uma pessoa que nos cativa com sua presença, é a boa essência que paira no ar, evidenciando determinação.

Pai é um eterno aprendiz, é um ser por demais feliz quando percebe suas marcas na vida de seus filhos.

O pai é um herói mesmo nas pequenas coisas. O pai é um homenzarrão, pois mesmo sendo pequeno e fraco, carrega em seus ombros a garra de um tigre e a força de um leão.

Pai é muito mais do que um amigo e é mais importante do que um irmão. Pai é pai, ou seja, é mais do que uma simples explicação. Pai é razão, é emoção, é o companheiro de uma boa diversão.

Pai é Diogo, é Thiago, é Valdemar, é Israel e é Emanuel.

Pai é a pessoa que nos faz sentir no céu, é o provedor do doce mel.

Pai é um oceano de infinitas possibilidades, é um oásis no meio de um imenso deserto. Pai é o educador que nos ensina uma nova canção, uma linda poesia, um novo acorde no violão.

Pai é o oftalmologista que nos ensina a ver as coisas boas da vida, a beleza do outro e a importância da família.

Pai é o cardiologista que nos ensina a resgatar as emoções do passado, a vivenciar os sentimentos do presente e a edificar as realizações do futuro.

Pai é o psicólogo que nos atende a qualquer hora, sempre sem demora. Pai é o mestre de obras que consegue ver nos filhos a filosofia da felicidade. Pai é também o engenheiro que, de maneira singular, contempla em sua prole o seu melhor serviço, a sua obra mais edificante.

Pai não tem profissão determinada, mas tem, sim, uma vocação vivenciada. Vocação de ver em cada dificuldade uma nova oportunidade de triunfar, de sorrir e ser feliz.

Pai é Gustavo, é Nonato, é Marcelo e é Genésio.

Genésio de generosidade, Nonato de eterno brincalhão, Marcelo de novos elos e Gustavão de cara brava e de manso coração.

Pai é alguém de quem não esquecemos o nome, é lembrança, é recordação, é memória viva. O pai se torna saudade presente quando a morte o torna ausente.

Ausência é uma palavra que não combina e nem rima com a palavra pai. Pai é presença, e, por isso, pedimos: pai, a “bença”. Pai é aquele que faz a diferença nos momentos de convalescença e, em todos os dias, independentemente de nossa idade, nos deseja sempre um manancial de benquerença, coisas boas, eternas e duradouras.

Pai é pai e, por isso, sem demais, feliz dia dos pais!

Aloísio Parreiras

2019-08-08T11:12:25+00:0010/08/2019|