A data coincidiu com a Memória de São João Bosco, co-padroeiro da Arquidiocese, conferindo ainda maior significado à celebração. A Eucaristia foi presidida pelo Cardeal Paulo Cezar Costa, Arcebispo Metropolitano de Brasília, e concelebrada pelos Bispos auxiliares da Arquidiocese, Dom Antonio de Marcos e Dom Vicente Tavares, por Dom Fernando Guimarães, Bispo Emérito do Ordinariado Militar e Presidente do Tribunal Eclesiástico de Brasília, além de diversos presbíteros do clero arquidiocesano.
Durante a celebração, foram ordenados Diáconos os acólitos Arthur Reis Bom Tempo e Lucas Téu Nascimento, momento vivido com alegria e profunda gratidão por toda a Igreja particular de Brasília. Na homilia, o Cardeal destacou a figura de São João Bosco como inspiração para a vida vocacional e para a missão da Igreja. “São João Bosco nos ensina a sonhar, a ter grandes horizontes à medida de Deus”, afirmou o Arcebispo, recordando que a celebração marcou também o início das comemorações do Jubileu de Ouro do Seminário Arquidiocesano Nossa Senhora de Fátima.
O Cardeal ressaltou a centralidade do seminário na vida eclesial. “O seminário é o coração da vida de uma Igreja. É a comunidade onde se formam discípulos missionários enamorados pelo Mestre, pastores próximos do nosso amado povo, homens configurados a Cristo, Bom Pastor, que desgastam a vida com a sua presença nas comunidades, paróquias e na vida do povo”.
Dirigindo-se aos novos diáconos, Dom Paulo sublinhou que a vocação nasce do amor gratuito de Deus e se concretiza no serviço. “O chamado de Deus caracteriza a nossa vocação como presença de Cristo, da vontade e do amor de Deus em meio ao povo. O que Deus espera do discípulo é que permaneça no amor de Cristo, um amor gratuito, sem interesses, livre. Se o imperativo do amor é para todos, ele deve ser a marca do ministério do diácono. O vosso ministério se caracteriza por serem servos por amor”, destacou o Cardeal.